segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Razões para um Mundo angustiante.

Vejo-me desbloqueado de um hectare de razões. Até a mentira se atreve comentar verdadeiras conclusões; e quando imagino que o Universo da minha janela pode me dá o luxo de ter ilusões...sinceramente, fujo! Fujo para não cair em mediocridade, fujo para não ser como os outros, fujo para não entender a miséria do conhecimento e me desperto para uma página branca, insolúvel a qual os 95 dos 100 não dão a mínima.
Tento entender pela contemporanidade: O que de fato fazemos para que tudo vire lixo? a resposta seria nada, pois assim mesmo, contudo, precisamos deles. Eles...eles... infelizmente!
Mas tudo segue como um ciclo, um ciclo vicioso de exaustivas perdas e ganhos. A angústia é que nem sempre o conhecimento nos auto-define: "Nós homens do conhecimento não nos conhecemos" já dizia Friedrich Nietzsche. O emaranhado de questões não nos permite fraquejar e desistir, mas assim mesmo é um tormento. Percebemos o quanto queriamos que tudo fosse semi-ótica para que a palavra surja e destrua ao mesmo tempo, mas seria muita pretensão de minha parte observar as coisas por conveniência (embora em alguns casos me disponho em ser um Sofista).
Agora, desfaço-me dessas palavras, pois nem mesmo me sinto seguro em dizer tais verdades!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Em 1976, na cidade de Manchester (Terra da mais nova "Twittera"- Rainha da Inglaterra), surgia uma das maiores bandas de pós-punk do globo: Joy Division. Com guitarras meio desconcertadas, levadas de baixo marcantes, bateria comparada à Rithm-Track e com uma voz autêntica e perpétua de Ian Curtis, a banda britânica foi seguindo trilhos de sucesso com músicas: Dead Soul, Disorder, She's Lost Control...
O que muita gente não sabe é que esses caras, ou melhor, mais especificamente, o vocalista Ian foi grande influência para Renato Russo da banda Legião Urbana. Isso é notório em músicas como Transmission e Digital onde as vozes se assemelham bastante...não só a mera coincidência com as vozes, mas com os arranjos de guitarra.
Faço questão de postar  algo desse gênero, pois muitos só sabem escutar e não procuram da onde surgiu toda idéia e inspiração. Tudo se dá a base de influências e nada foge disso; e acreditando nessa proposta, acredito extramente viável que as bandas de hoje se espelhem em músicos e bandas dos anos anteriores ou pelo menos tentem fazer algo que seja bom, de qualidade como muito deles (dos anos 70 e 80) conseguiram!