segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Razões para um Mundo angustiante.

Vejo-me desbloqueado de um hectare de razões. Até a mentira se atreve comentar verdadeiras conclusões; e quando imagino que o Universo da minha janela pode me dá o luxo de ter ilusões...sinceramente, fujo! Fujo para não cair em mediocridade, fujo para não ser como os outros, fujo para não entender a miséria do conhecimento e me desperto para uma página branca, insolúvel a qual os 95 dos 100 não dão a mínima.
Tento entender pela contemporanidade: O que de fato fazemos para que tudo vire lixo? a resposta seria nada, pois assim mesmo, contudo, precisamos deles. Eles...eles... infelizmente!
Mas tudo segue como um ciclo, um ciclo vicioso de exaustivas perdas e ganhos. A angústia é que nem sempre o conhecimento nos auto-define: "Nós homens do conhecimento não nos conhecemos" já dizia Friedrich Nietzsche. O emaranhado de questões não nos permite fraquejar e desistir, mas assim mesmo é um tormento. Percebemos o quanto queriamos que tudo fosse semi-ótica para que a palavra surja e destrua ao mesmo tempo, mas seria muita pretensão de minha parte observar as coisas por conveniência (embora em alguns casos me disponho em ser um Sofista).
Agora, desfaço-me dessas palavras, pois nem mesmo me sinto seguro em dizer tais verdades!